Modelo Policial

A reforma policial no Uruguai (ou como fazer um trote de elefante)

A metáfora é útil para pensar no caminho percorrido pela Polícia Nacional Uruguaia nos últimos anos. Entre 2010 e 2020, este elefante de 33.000 oficiais acordou de uma longa sesta e foi colocado a trote para o processo de reforma policial mais significativo desde o retorno da democracia, que até apresentou características inovadoras no contexto latino-americano.

PolicingModel

Police reform in Uruguay (or how to make an elephant trot)

The metaphor is useful to think about the path taken by the Uruguayan National Police in recent years. Between 2010 and 2020, this elephant of 33,000 officers woke up from a long nap and was put to trot towards the most significant police reform process since the return to democracy, which even presented innovative features in the Latin American context.

Modelo Policial

La reforma policial en Uruguay (o cómo hacer trotar a un elefante)

La metáfora es útil para pensar el camino transitado por la Policía Nacional de Uruguay en los últimos años. Y es que entre 2010 y 2020, este elefante de 33.000 funcionarios despertó de una prolongada siesta y fue puesto al trote hacia el proceso de reforma policial más significativo desde el retorno democrático, que presentó incluso rasgos innovadores en el contexto latinoamericano.

Segurança Privada, Violencia/Violence/Violência

Difundindo o monopólio da violência: Empresas privadas militares e de segurança e poder estatal coercitivo

A privatização progressiva das funções de segurança do Estado sob o neoliberalismo permitiu ao PMSC expandir-se drasticamente nas últimas décadas, tornando-se prestadores de serviços ligados ao poder coercitivo, o poder padrão, legítimo e legal que os Estados exercem através de seus exércitos e forças de segurança. Assim, nas últimas duas décadas, a segurança tornou-se tanto uma legitimação de qualquer ação estatal quanto uma outra fonte de maximização do lucro.

Security Companies, Violencia/Violence/Violência

Blurring the monopoly on violence: Private Military and Security Companies and coercive state power

he progressive privatization of state security functions under neoliberalism has enabled PMSC to expand dramatically in recent decades, becoming service providers linked to coercive power, the standard, legitimate and legal power that states exercise through their armies and security forces. Thus, in the last two decades, security has become both a legitimation of any state action and another source of profit maximisation.

Seguridad Privada, Violencia/Violence/Violência

Difuminando el monopolio de la violencia: Empresas Militares y de Seguridad Privada y el poder coercitivo del Estado

La privatización progresiva de las funciones estatales de seguridad bajo las políticas neoliberales, ha permitido a las EMSPs expandirse de forma dramática en las últimas décadas, convirtiéndose en proveedores de servicios vinculados con el poder coercitivo, el poder estandarizado, legítimo y legal que los Estados utilizan a través de sus ejércitos y fuerzas de seguridad. Por tanto, en las últimas dos décadas, la seguridad se ha convertido en un mecanismo de legitimización de cualquier acción estatal y una fuente de maximización de beneficios.

Jóvenes/ Youth / Jovens, Violencia/Violence/Violência

Jovens vítimas de homicídios no México

O homicídio, "pela sua gravidade absoluta [...], é um dos crimes mais escrupulosamente registrado. Os dados sobre os homicídios são considerados alguns dos indicadores de crime mais representativos e comparáveis". O objetivo deste texto é analisar as características dos jovens vítimas de homicídio registrados nas Estatísticas de Mortalidade no México.